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Trump retira EUA da Organização Mundial da Saúde

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Taxação de produtos estrangeiros

Trump disse que sua intenção era “tarifar e taxar países estrangeiros para enriquecer” os cidadãos americanos. O objetivo seria gerar “enormes quantias de dinheiro entrando no tesouro dos Estados Unidos, provenientes de fontes estrangeiras”. Durante essa parte de seu discurso, ele mencionou a criação do Departamento de Eficiência Governamental, que seria liderado pelo bilionário Elon Musk.

Censura e liberdade de expressão

O presidente comentou que os Estados Unidos haviam vivido anos de tentativas ilegais e inconstitucionais de limitar a liberdade de expressão. Como resposta, ele anunciou que assinaria uma “ordem executiva para interromper imediatamente toda a censura governamental” e garantir a liberdade de expressão no país.

Ele afirmou também que jamais usaria “o imenso poder do Estado como uma arma para perseguir oponentes políticos” e se comprometeu a garantir uma “Justiça justa, igualitária e imparcial sob o Estado constitucional de Direito”.

Política de raça e gênero

Trump afirmou que encerraria a “política governamental de engenharia social de raça e gênero” em todos os aspectos da vida pública e privada. Ele indicou que, a partir daquele momento, o governo dos Estados Unidos adotaria uma sociedade “daltônica e baseada no mérito”. Além disso, declarou que a política oficial do governo seria a de reconhecer apenas dois gêneros: masculino e feminino.

Militares e vacina contra a Covid

O presidente também anunciou que seu governo reintegraria funcionários públicos e membros das Forças Armadas que haviam sido expulsos por não tomarem a vacina contra a Covid. Ele destacou que seu governo se avaliaria não apenas pelas batalhas que venceria, mas também pelas guerras que terminaria e pelas que evitaria. Ele disse que seu maior orgulho seria ser lembrado como “um pacificador e unificador”.

Golfo do México e Canal do Panamá

Trump reiterou sua intenção de renomear o Golfo do México para Golfo da América, se referindo especificamente aos Estados Unidos. Além disso, mencionou seu desejo de retomar o controle do Canal do Panamá, afirmando que os “navios americanos estavam sendo severamente sobrecarregados e não estavam sendo tratados de forma justa”. Ele também criticou a presença da China no canal, dizendo que “não o demos à China, mas ao Panamá, e agora estamos tomando de volta”.

TikTok

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ação executiva que adia por 75 dias a implementação da proibição do TikTok, conforme havia prometido no domingo, 19 de janeiro. Com isso, a ação determina que o Departamento de Justiça dos EUA não aplicará a Lei de Aplicações Controladas por Adversários Estrangeiros, uma legislação assinada pelo ex-presidente Joe Biden em abril.

A referida lei exigia que o TikTok fosse proibido nos Estados Unidos a partir de 19 de janeiro, a menos que fosse vendido para um comprador norte-americano ou de um de seus aliados.

A promessa de Trump, feita em uma publicação no Truth Social, de assinar a ação executiva na segunda-feira para suspender a aplicação da lei, teve como resultado o retorno do TikTok ao ar na tarde de domingo, após ficar offline por mais de 12 horas durante a noite de sábado para domingo.

Ainda não está claro se a empresa chinesa ByteDance, proprietária do TikTok, teria interesse em vender a plataforma, mesmo que fosse por meio de um acordo mediado por Trump.

Em declarações feitas nesta segunda-feira, Trump explicou que mudou de opinião sobre o TikTok depois de conseguir usá-lo. Ele mencionou que, embora houvesse preocupações sobre o acesso da China a informações de crianças pequenas, ele acreditava que o país enfrentava problemas maiores do que esse.

O presidente também afirmou que a ação executiva que ele assinou lhe conferia o direito de decidir entre vender ou encerrar o TikTok, garantindo que essa decisão seria tomada em breve.

O posicionamento de Trump em relação ao Brasil

Durante a assinatura de uma série de decretos no Salão Oval, após sua posse, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Brasil e os países da América Latina dependem mais dos Estados Unidos do que o contrário.

Ao ser questionado sobre sua visão da relação entre o Brasil, a América Latina e os Estados Unidos, Trump declarou que esses países necessitam mais dos Estados Unidos do que os próprios americanos precisam deles, ressaltando que, na sua opinião, todos dependem dos Estados Unidos.

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fez uma publicação em que cumprimentou Trump logo após sua posse. Lula destacou que as relações entre o Brasil e os Estados Unidos sempre foram baseadas em uma trajetória de cooperação, com respeito mútuo e amizade histórica. Ele também afirmou que os dois países mantêm “fortes laços” em áreas como comércio, ciência, educação e cultura.

Leia também: Trump pode comprar a Groenlândia? Entenda a situação

Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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