Esta não é uma doença rara — e mata
O melanoma cutâneo é um tumor maligno desencadeado pela transformação do melanócito (células especializadas que produzem o pigmento melanina), localizado ao nível da junção dermoepidérmica (região onde a derme e a epiderme se encontram). Ele representa 4% dos tumores cutâneos malignos e é um dos cânceres de pele com maior taxa de morbidade e mortalidade, segundo o especialista.
Mais um dado chama atenção: a incidência do melanoma cutâneo está crescendo entre a população de pele mais clara. Segundo o estudo, as regiões com as taxas mais altas deste câncer relacionado aos raios UV (mais de 95%) foram: Austrália/Nova Zelândia, norte da Europa e América do Norte, com prevalência alta entre os adultos jovens.
Ainda de acordo com a agência da OMS, as projeções não são nada animadoras: estima-se o surgimento de mais de 510 mil novos casos e 96 mil mortes até 2040, o que representa um aumento de 50% e 68%, respectivamente.


