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Radiação UV: o vilão silencioso por trás do câncer de pele

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Esta não é uma doença rara — e mata

O melanoma cutâneo é um tumor maligno desencadeado pela transformação do melanócito (células especializadas que produzem o pigmento melanina), localizado ao nível da junção dermoepidérmica (região onde a derme e a epiderme se encontram). Ele representa 4% dos tumores cutâneos malignos e é um dos cânceres de pele com maior taxa de morbidade e mortalidade, segundo o especialista.

Mais um dado chama atenção: a incidência do melanoma cutâneo está crescendo entre a população de pele mais clara. Segundo o estudo, as regiões com as taxas mais altas deste câncer relacionado aos raios UV (mais de 95%) foram: Austrália/Nova Zelândia, norte da Europa e América do Norte, com prevalência alta entre os adultos jovens.

Ainda de acordo com a agência da OMS, as projeções não são nada animadoras: estima-se o surgimento de mais de 510 mil novos casos e 96 mil mortes até 2040, o que representa um aumento de 50% e 68%, respectivamente.

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Sobre o autor Livia Calmon

Jornalista com passagens pelas redações da TV Globo — São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Minas Gerais e Bahia —, da TV Record SP, Band SP e revista IstoÉ Gente. Produtora de Conteúdo de Campanhas Políticas e estudiosa da área da saúde

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