Na última semana, exportadores brasileiros que vendem produtos para a Venezuela foram pegos de surpresa. Mercadorias que antes entravam no país vizinho sem pagar imposto começaram a ser cobradas com taxas que chegaram a 77%. Isso causou preocupação, atraso nas entregas e até prejuízos para muitos produtores e empresas.

A situação aconteceu porque o sistema usado pela alfândega da Venezuela, chamado Sidunea, parou de reconhecer os certificados de origem dos produtos brasileiros. Esse documento é uma prova de que o produto foi feito no Brasil e é necessário para que as mercadorias tenham direito à isenção de impostos, ou seja, para não pagarem taxas ao entrar no outro país.


