Reações do governo brasileiro
O Ministério das Relações Exteriores informou, por nota, que está acompanhando os desdobramentos da medida e avaliando as possibilidades de contestação junto à Organização Mundial do Comércio (OMC). O Itamaraty ressaltou que a parceria comercial com os EUA é estratégica para o Brasil e que “a imposição de barreiras tarifárias deve observar os princípios da boa-fé e da reciprocidade”.
Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmaram que os efeitos diretos para os setores produtivos ainda estão sendo mensurados, mas alertaram que o aumento no custo final poderá reduzir a competitividade dos produtos brasileiros nos EUA.
A nova tarifa entra em vigor em 7 de agosto, exceto para produtos com exceção formal. Exportadores precisarão rever contratos e logística de envio, enquanto o governo brasileiro estuda formas de mitigar os impactos sobre a balança comercial.


