Crescimento acelerado
Durante o período de 2015 a 2019, os investimentos da China no Brasil se concentraram em projetos de grande porte, especialmente em petróleo, gás e linhas de transmissão elétrica. Naquela época, a média anual era de US$ 6,6 bilhões (aproximadamente R$ 33 bilhões), mas em iniciativas pontuais. Agora, a estratégia mudou: em 2024, foram anunciados 39 novos projetos, um número recorde, distribuídos em diferentes segmentos da economia.
Entre os exemplos mais recentes, estão a entrada das empresas de tecnologia Meituan e Didi no setor de entregas de alimentos. A chegada dessas companhias demonstra que a China não busca apenas negócios ligados à infraestrutura, mas também está de olho em setores que dialogam diretamente com o consumidor brasileiro.


