Tesouro da história francesa
As joias levadas estavam expostas na Galeria de Apolo, criada no século XVII (17) a pedido do rei Luís XIV, o “Rei Sol”. Essa galeria é uma das mais visitadas do Louvre e guarda parte do tesouro da Coroa Francesa, ou seja, as joias que pertenceram aos reis e imperatrizes que governaram o país antes da República.
Conforme o governo francês, as peças roubadas pertenciam a figuras importantes da história, como a imperatriz Eugênia, a rainha Maria Amélia, a rainha Hortênsia e a imperatriz Maria Luísa, que foi casada com Napoleão Bonaparte. Entre as peças levadas estão tiaras, colares, brincos e broches, todos com pedras preciosas de grande valor.
O Ministério da Cultura da França divulgou a lista das joias roubadas:
- Tiara da rainha Maria Amélia e da rainha Hortênsia;
- Colar de safiras das mesmas rainhas;
- Brincos de safiras do mesmo conjunto;
- Colar de esmeraldas da imperatriz Maria Luísa;
- Par de brincos de esmeraldas da mesma imperatriz;
- Broche conhecido como “broche relicário”;
- Tiara da imperatriz Eugênia;
- Broche conhecido como “grande laço de corpete” da imperatriz Eugênia.
Essas peças são consideradas de valor inestimável, não apenas pelo ouro, diamantes e esmeraldas, mas principalmente pelo significado histórico. São objetos ligados à história da monarquia e à identidade cultural da França.


