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Ladrões invadem o Louvre à luz do dia e levam joias da monarquia francesa

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Repercussão e impacto para a França

O roubo das joias do Louvre causou uma enorme repercussão dentro e fora da França. Para muitos franceses, foi uma humilhação nacional. O político Jordan Bardella, líder do partido de ultradireita Reunião Nacional, classificou o caso como “insuportável” e disse que o governo falhou na proteção de um símbolo do país.

Nos últimos meses, outros museus e lojas de luxo em Paris também sofreram assaltos milionários, o que tem aumentado a sensação de insegurança. Em setembro, pepitas de ouro foram roubadas do Museu Nacional de História Natural, e porcelanas chinesas desapareceram de um museu em Limoges. Joalherias de marcas famosas, como Louis Vuitton e Chanel, também foram alvo de bandidos que usaram carros para destruir vitrines e levar produtos.

Esse novo roubo no Louvre acende um alerta sobre a fragilidade da segurança dos museus franceses. O próprio ministro do Interior admitiu que o sistema de vigilância do país ainda tem falhas. Segundo ele, o governo trabalha em um plano de reforço, mas nem o Louvre foi poupado de vulnerabilidades.

O caso também traz lembranças de outros episódios famosos. O último roubo no Louvre havia sido em 1998, quando uma pintura do artista francês Camille Corot desapareceu e nunca mais foi encontrada. O mais famoso de todos, porém, ocorreu em 1911, quando a Mona Lisa foi roubada por um ex-funcionário do museu.

O quadro foi recuperado dois anos depois, na Itália, e o episódio ajudou a transformar a obra na pintura mais famosa do mundo | Foto: Reprodução / Wikimedia

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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