Conflito entre prefeitura e concessionárias
A Prefeitura afirmou que os repasses às empresas estão em dia e classificou o movimento como um ato de irresponsabilidade. Até o início da noite desta terça-feira, ainda não havia lista oficial de empresas que aderiram à paralisação, mas a administração municipal confirmou que motoristas recolheram veículos às garagens em alguns corredores e terminais da cidade.
O caso foi registrado pela Secretaria de Segurança Pública como tentativa de crime contra a segurança de meio de transporte, previsto no artigo 262 do Código Penal, e encaminhado ao 1º Distrito Policial da Sé para investigação. A SPTrans informou que segue monitorando a operação e divulgará atualizações sobre o número de linhas afetadas e o impacto completo da greve.
A paralisação ocorre em um momento em que o transporte público é usado por milhões de paulistanos para atividades essenciais, especialmente em um período de alta circulação no fim de ano e aumento de demanda por mobilidade urbana.


