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IBGE 2024: pobreza e extrema pobreza caem, mas desigualdade racial persiste

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Impactos no cotidiano das famílias de renda baixa

Para milhões de famílias de classes C e D no Brasil, a queda na pobreza e extrema pobreza representa melhora no acesso a alimentos, moradia, educação e serviços básicos. A diminuição do número absoluto de pessoas pobres (8,6 milhões a menos em um ano) é reflexo, em parte, de salários melhores ou retomada de ocupação.

Por outro lado, a persistência de desigualdades raciais e de renda ressalta que nem todos avançam nas mesmas condições. Famílias pretas ou pardas ainda têm maior probabilidade de viver em situação de pobreza, de acordo com os dados do IBGE.

Estima-se que trabalhadores informais, com renda instável ou ocupados em setores vulneráveis continuem entre os mais afetados, o que exige atenção a políticas públicas e emprego formal com garantia de direitos.

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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