Consumo interno segue como principal fraqueza
O baixo consumo das famílias continua sendo um dos maiores obstáculos para a recuperação mais consistente da economia chinesa. O comércio varejista, indicador que mede os gastos internos, cresceu apenas 0,9% em dezembro, o menor nível desde 2022. No acumulado de 2025, as vendas avançaram 3,7%, abaixo dos 4% registrados em 2024.
Esse resultado reflete tanto a perda de confiança das famílias quanto o impacto menor dos programas de estímulo ao consumo, já que os subsídios concedidos pelo governo, como incentivos para a troca de eletrodomésticos e produtos domésticos, vêm perdendo eficácia ao longo do tempo.
A crise no setor imobiliário também pesa sobre o comportamento dos consumidores. O mercado de imóveis, historicamente central para a economia chinesa, enfrenta problemas de endividamento e queda na atividade, o que afeta diretamente a sensação de segurança financeira das famílias.


