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China cresce 5% em 2025, mas consumo fraco, crise imobiliária e guerra comercial expõem limites da economia

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Consumo interno segue como principal fraqueza

O baixo consumo das famílias continua sendo um dos maiores obstáculos para a recuperação mais consistente da economia chinesa. O comércio varejista, indicador que mede os gastos internos, cresceu apenas 0,9% em dezembro, o menor nível desde 2022. No acumulado de 2025, as vendas avançaram 3,7%, abaixo dos 4% registrados em 2024.

Esse resultado reflete tanto a perda de confiança das famílias quanto o impacto menor dos programas de estímulo ao consumo, já que os subsídios concedidos pelo governo, como incentivos para a troca de eletrodomésticos e produtos domésticos, vêm perdendo eficácia ao longo do tempo.

A crise no setor imobiliário também pesa sobre o comportamento dos consumidores. O mercado de imóveis, historicamente central para a economia chinesa, enfrenta problemas de endividamento e queda na atividade, o que afeta diretamente a sensação de segurança financeira das famílias.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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