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Criação de empregos com carteira assinada cai em 2025, aponta Caged

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Indústria mantém saldo positivo

Na indústria, o maior impulso veio da indústria de transformação, responsável por 114.127 vagas líquidas, resultado da diferença entre contratações e demissões. O segmento segue sendo um dos principais empregadores do país, apesar de enfrentar desafios como custos de produção mais altos e demanda moderada.

Outras áreas industriais também contribuíram para o saldo positivo. O setor de água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação abriu 14.346 postos, enquanto a indústria extrativa registrou 9.554 vagas em setembro, ajudando a sustentar o desempenho anual.

Desempenho regional mostra crescimento em todo o país

Todas as cinco regiões brasileiras registraram abertura de empregos formais em 2025, ainda que em ritmos diferentes. O Sudeste liderou a geração de vagas, concentrando quase 40% do saldo nacional.

Veja o resultado por região:

  • Sudeste: 504.972 postos
  • Nordeste: 347.940
  • Sul: 186.126
  • Centro-Oeste: 149.530
  • Norte: 90.613

O avanço em todas as regiões indica que a desaceleração do mercado de trabalho foi generalizada, mas não resultou em perda líquida de empregos no país como um todo.

Estados com maior e menor saldo

Na divisão por unidades da Federação, todos os estados fecharam 2025 com saldo positivo de empregos formais. São Paulo liderou a criação de vagas, com 311.228 novos postos, seguido por Rio de Janeiro (+100.920) e Bahia (+94.380).

Na outra ponta, os menores saldos foram registrados em estados com economias menores ou mais dependentes de setores específicos. Tocantins abriu 7.416 vagas, enquanto Acre (+5.058) e Roraima (+2.568) tiveram os resultados mais modestos.

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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