O que muda com o Celular Seguro?
A principal novidade é a criação de um grande banco nacional de dados com informações sobre celulares que foram roubados, furtados ou extraviados. O sistema vai concentrar registros do próprio programa Celular Seguro, boletins de ocorrência das Polícias Civis, operadoras de telefonia, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e outros bancos de dados ligados à segurança pública.
De acordo com o governo federal, a plataforma já nasce com informações de mais de 3,3 milhões de aparelhos que podem ser identificados e recuperados. A expectativa é que a integração dessas bases permita localizar celulares que hoje circulam normalmente mesmo após terem sido registrados como produto de roubo ou furto.


