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Preço do petróleo dispara após decisão dos EUA; entenda por que isso pode pesar no bolso dos brasileiros

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Conflito já provocou outras altas

A guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã começou em 28 de fevereiro e, desde então, o mercado do petróleo passou por fortes oscilações. Durante esse período, o barril chegou a ser negociado perto de US$ 120 (cerca de R$ 618), refletindo a preocupação com a oferta mundial da matéria-prima.

Nesta segunda-feira, o conflito ganhou um novo capítulo depois que a Guarda Revolucionária do Irã informou ter atacado instalações militares dos Estados Unidos no Bahrein e no Kuwait, além de atingir sistemas de radar em Omã e depósitos de combustível e munição na Jordânia.

Esses novos confrontos aumentaram ainda mais a tensão na região e reforçaram o receio de novas dificuldades para o transporte de petróleo.

Preocupação vai além dos combustíveis

A alta do petróleo não preocupa apenas os motoristas, já que o aumento dos preços da matéria-prima também eleva o risco de inflação em vários países. Isso acontece porque combustíveis mais caros aumentam os custos de transporte, produção e distribuição de mercadorias. Quando esses gastos crescem, empresas podem repassar parte das despesas aos consumidores, pressionando os preços de diversos produtos do dia a dia.

Enquanto o conflito continuar sem uma solução, o mercado seguirá acompanhando os acontecimentos no Estreito de Ormuz. Qualquer nova interrupção na passagem de navios pode provocar novas altas no preço do petróleo e aumentar os custos para consumidores em diferentes partes do mundo.

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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