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Desigualdade aumenta, mas Brasil tem melhora em emprego e pobreza

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Distância entre ricos e pobres aumenta

Mesmo com a queda da pobreza e o aumento da renda média, a concentração de renda piorou. Em 2024, o rendimento médio do 1% mais rico do país era 30,2 vezes maior que o dos 50% mais pobres. Em 2025, essa diferença passou para 31,5 vezes, um aumento de 1,3 ponto.

Na faixa de renda de até um quarto do salário mínimo, estavam 16,8 milhões de pessoas no ano passado. Desse total, 12,3 milhões eram negras, incluindo 6,7 milhões de mulheres negras.

O relatório aponta que a redução da pobreza aconteceu ao mesmo tempo em que aumentou a concentração de renda. A melhora dos indicadores de emprego e renda, portanto, convive com uma distância ainda maior entre quem está no topo e quem está na parte mais baixa da distribuição de renda.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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