Estrutura do aparelho
O equipamento consiste em um cilindro de cinco metros de largura e cinco de altura. Dentro dessa estrutura encontra-se um ímã de 132 toneladas alimentado por uma bobina de 1.500 amperes. A abertura por onde o paciente entra tem 90 centímetros de largura.
Fruto de duas décadas de pesquisa, essa máquina é resultado de uma parceria entre engenheiros franceses e alemães. Embora os Estados Unidos e a Coreia do Sul estejam desenvolvendo máquinas de ressonância magnética igualmente poderosas, ainda não iniciaram a escaneamento de imagens em seres humanos.
Um dos principais objetivos desse projeto é aprofundar o conhecimento sobre a anatomia do cérebro e entender quais áreas são ativadas durante a realização de determinadas tarefas.
Os cientistas já utilizaram os scanners de ressonância magnética para demonstrar que quando o cérebro reconhece objetos específicos, como rostos, lugares ou palavras, duas regiões distintas do córtex cerebral são ativadas.


