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Brasileiros reservam renda para planos de saúde, mas subestimam seguro viagem

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Acionamentos dos planos de saúde

Em 2023, a Coris registrou cerca de 11 mil acionamentos de apólice, sendo que 68% estavam relacionados a Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO) em viagens nacionais e internacionais. Entre esses atendimentos, a febre se destacou como o sintoma mais prevalente, representando 84,8% das solicitações de assistência médica.

A resistência dos brasileiros em adquirir seguros pode ser compreendida, pois muitos acreditam que eventos médicos inesperados são menos prováveis durante viagens curtas. No entanto, assim como podem ocorrer urgências em solo nacional, elas também podem surgir durante uma viagem, e estar preparado para essas situações pode evitar contratempos maiores e despesas imprevistas.

“O seguro viagem não é apenas um item adicional para suas férias, é uma necessidade. É preciso estar protegido em qualquer lugar do mundo, por isso, viajar sem seguro é um risco que pode trazer grandes prejuízos”, afirma Luiz Gustavo da Costa, CEO da Coris.

Investir em um seguro viagem, assim como em planos de saúde, pode ser a chave para uma temporada tranquila e segura, permitindo que os viajantes aproveitem suas experiências ao máximo, sem preocupações adicionais.

Sobre o autor João Vitor Marliére

Graduando de jornalismo pela USCS, com passagens pela Editora Globo nos portais Inteligência Financeira e Valor Econômico

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