Saúde mental no Brasil
O cenário atual reflete essa urgência. No ranking de trabalhadores que mais sentem tristeza e raiva na América Latina, o Brasil ocupa o quarto lugar, segundo o relatório “State of the Global Workplace”, divulgado pela Gallup na última segunda-feira, 23 de setembro. O estudo também coloca o país em sétimo lugar em relação ao estresse no ambiente de trabalho.
Medidas simples, como oferecer um espaço para diálogos abertos, flexibilizar jornadas em momentos de crise pessoal, incluir as pessoas nas soluções de problemas e promover ações voltadas para o bem-estar e autocuidado, podem fazer toda a diferença. Além disso, o investimento em programas de autoconsciência e apoio psicológico, como terapia, mentoria ou treinamentos de eficácia pessoal, são caminhos eficazes para prevenir o esgotamento emocional, o estresse crônico e a síndrome de burnout, que afetam milhares de profissionais.
“Vivemos uma era em que a inteligência emocional é tão importante quanto as habilidades técnicas. Os líderes devem estar atentos aos sinais de sobrecarga e oferecer condições que favoreçam a autoconsciência e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional”, completa Rogério Babler.


