A revolução da SAF e o papel de John Textor
Desde a transição para uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol) em 2022, o Botafogo vive um novo ciclo de sua história. Liderado pelo investidor americano John Textor, o clube conseguiu renegociar dívidas e implementar uma gestão sustentável.
O aporte inicial de cerca de R$ 400 milhões possibilitou investimentos estruturais, como modernização do Centro de Treinamento, e na formação de atletas. Além disso, o clube passou a operar com um modelo financeiro transparente, focado em gerar receitas estáveis e reduzir despesas desnecessárias .
Os frutos dessa estratégia são claros: o título da Libertadores rendeu US$ 23 milhões (aproximadamente R$ 115,9 milhões), valor somado às premiações das fases anteriores, que totalizam cerca de R$ 150 milhões. Esses números colocam o Botafogo como um dos clubes mais rentáveis da América do Sul .


