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Economia chinesa: os desafios além das tarifas de Trump

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O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na terça-feira, 21 de janeiro, que planeja impor tarifas sobre produtos da China e da União Europeia (UE) para corrigir desequilíbrios comerciais.

Trump sugeriu uma tarifa de 10% sobre produtos chineses a partir de 1 de fevereiro, menor que os 60% prometidos durante sua campanha, justificando a medida pelo envio de fentanil da China para o México e o Canadá. O opioide é uma das principais causas de morte por overdose nos EUA.

Gráfico mostrando a desaceleração econômica da China em 2025.
Crise imobiliária, dívidas e consumo enfraquecido desafiam a economia da China em 2025 |Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Ele também criticou a China por práticas comerciais “abusivas”. Em resposta, a porta-voz chinesa Mao Ning afirmou que o país protegerá seus interesses e destacou que guerras comerciais “não têm vencedores”.

A UE também será alvo de tarifas. Trump classificou a relação comercial com o bloco como injusta e defendeu que as taxas são a única forma de obter “justiça”. As medidas reforçam a postura agressiva do presidente e podem agravar tensões econômicas globais.

No entanto, a segunda maior economia do mundo tem desafios para além das tarifas de Trump. A economista e professora da Universidade Cruzeiro do Sul, Izabel Rosa, pontua alguns obstáculos que a China enfrenta atualmente, como crises no setor imobiliário e desemprego entre a população jovem.

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Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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