Apoio e inovação no setor
De acordo com Evelyn Abelson, os escritórios de turismo e as organizações de gestão de destinos nos EUA se destacam pela confiabilidade de seus centros de informações e presença digital robusta. Além disso, investem em capacitação contínua, acompanhando tendências e evoluções do mercado.
A pandemia acelerou a adoção de tecnologias, como robôs para serviços de quarto e inteligência artificial, que transformam como turistas planejam e reservam suas viagens. Os Estados Unidos têm uma vantagem competitiva em adotar inovações rapidamente, reforçando sua posição no mercado global.
Organizações como a Brand USA e a Associação Norte-Americana de Viagens (USTA) desempenham papel crucial ao promover o país como destino e divulgar políticas de entrada e vistos. Esse apoio fortalece a indústria turística.
Uma fórmula de grande escala
Os EUA não são conhecidos pela sutileza, mas sim por ações em grande escala. Essa abordagem é um diferencial no turismo. “Quando os Estados Unidos abraçam uma tendência, eles a levam ao extremo”, explica Leffel. Exemplos disso são o mercado de vinhos, cervejas artesanais, cafés, além de museus e eventos culturais.
Outro ponto forte é a parceria frequente entre órgãos de turismo e empresas privadas, como restaurantes e atrações particulares. Isso ajuda a alinhar interesses e impulsionar o setor.
Embora o Conselho Mundial de Viagens e Turismo destaque conflitos entre governo e setor privado em outros países, nos Estados Unidos, essa tensão é menor, favorecendo colaborações eficientes e priorização alinhada.
Os 10 principais países para o turismo mundial
1. Estados Unidos
2. Espanha
3. Japão
4. França
5. Austrália
6. Alemanha
7. Reino Unido
8. China
9. Itália
10. Suíça
O Brasil ocupa o 26º lugar.
Fonte: Índice do Desenvolvimento de Viagens e Turismo 2024, do Fórum Econômico Mundial.
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