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Entenda como o funk se tornou uma potência econômica e cultural

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Funk nas vitrines globais

O funk brasileiro ultrapassou as barreiras do país, conquistando espaços em palcos internacionais. Artistas como MC Livinho, Anitta e Ludmilla ajudaram a abrir caminho para o ritmo em países como Turquia, Estados Unidos e Portugal. Pensando nessa internacionalização, Oliveira revelou planos de inaugurar a Casa GR6 em Miami e lançar um selo em Portugal.

Mas nem tudo são conquistas. O empresário reconhece que o funk ainda enfrenta preconceito, tanto no Brasil quanto fora. “Existe um preconceito ainda no funk, porque acho que nós precisamos melhorar. Não generalizando, mas tem artistas que também não ajudam”, afirma, referindo-se a comportamentos polêmicos em redes sociais.

Apesar disso, marcas como Nike, Lacoste, iFood e 99 já firmaram parcerias com artistas do gênero, como MC Hariel. Essas colaborações ajudam a legitimar o movimento e romper barreiras sociais. Em um exemplo emblemático, Oliveira afirma que o funk foi o responsável por revitalizar a marca Lacoste no Brasil. A empresa, que planejava deixar o país, viu suas vendas dispararem após a adesão de funkeiros e incluiu o Brasil em sua campanha global de 90 anos, criada pela agência BETC Paris.

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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