Mesmo enfrentando desigualdades, a presença feminina entre os empreendedores negros vem crescendo. No quarto trimestre de 2024, elas representavam 32,6% dos donos de negócios, contra 67,8% de homens. Em 2012, essa proporção era de 28,4%, o que mostra um avanço de 4,2 pontos percentuais em pouco mais de uma década.
Além de buscar autonomia financeira, muitas afroempreendedoras têm apostado em setores de serviços e estética, como beleza, moda, gastronomia e consultoria, segmentos que permitem começar com baixo investimento. De acordo com o Sebrae, o empreendedorismo feminino negro tem sido um importante motor de geração de renda em comunidades periféricas, especialmente em tempos de desemprego elevado.