O autocuidado como ponto de virada
No longa, a virada da protagonista ocorre após uma sessão com uma “terapeuta” que ela tira um tempo pra si. Um gesto que simboliza o movimento que vem crescendo fora das telas: a busca pelo reencontro e equilíbrio, seja no trabalho ou na vida pessoal.
Nos últimos anos, o número de brasileiras empreendedoras aumentou e de acordo com o Sebrae, metade dos cadastros de MEIs (Microempreendedor Individual) são mulheres. Muitos desses dados, são decorrentes a demissão após a maternidade ou referente a algum problema pessoal. O empreendedorismo feminino tem sido um caminho para a autonomia financeira e emocional, principalmente entre as classes C, D e E, que enfrentam maior instabilidade no mercado.
Com isso, cada vez mais mulheres buscam por alternativas para continuar posicionada no mercado. Ainda que isso signifique passar por situações complicadas no ambiente corporativo.
Um lembrete sobre o valor das mulheres na economia
O filme traz uma reflexão sobre o cotidiano de quem tenta equilibrar a vida corporativa enquanto tenta se encaixar em diferentes perfis sociais. Ele mostra que, quando uma mulher decide se escutar e se posicionar, ela não apenas transforma sua própria vida, mas também o espaço ao seu redor, mostrando que tem autonomia, entendimento e o quão importante é seu trabalho, ainda que de forma silenciosa.