O que pode acontecer com o Drex daqui pra frente?
Em vez de escolher a tecnologia primeiro, como aconteceu no piloto, o Banco Central agora pretende inverter a ordem. O plano é definir primeiro como o Drex poderá ser útil no dia a dia das pessoas e das instituições. Depois disso, será escolhida a solução tecnológica mais adequada.
A ideia central permanece: tornar serviços financeiros mais acessíveis, reduzir custos e acelerar operações. Mesmo que o blockchain tenha sido descartado por enquanto, outras alternativas existem. Há sistemas usados em cartões, bancos digitais e plataformas de pagamentos que conseguem processar grandes volumes de dados com segurança e sigilo. O BC também poderá escolher uma tecnologia que mantenha parte da lógica de rastreamento e transparência da blockchain, sem expor informações sensíveis.


