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O jogo mais valioso da Copa do Mundo de 2026

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Uma mudança no perfil do torcedor

A executiva brasileira Paula D’Arienzo, Head de Hospitalidade da FIFA, acompanhou essa transformação desde o planejamento da candidatura norte-americana, iniciado em 2016.

Em entrevista ao O Globo, ela destaca que o crescimento da hospitalidade não pode ser explicado apenas pela busca por exclusividade.

“Estamos vendo um crescimento muito grande de pessoas físicas comprando hospitalidade. Nem sempre elas procuram luxo. Às vezes, apenas comodidade, uma experiência mais confortável. Muita gente compra porque quer levar a família.”

A declaração ajuda a entender por que a economia da experiência ganhou espaço dentro do futebol. Em muitos casos, o diferencial deixou de ser o requinte e passou a ser conveniência, conforto e a possibilidade de viver o evento de outra forma.

Ao mesmo tempo, a expansão desse mercado reacendeu um debate inevitável: até que ponto experiências premium ampliam receitas sem contribuir para o encarecimento do acesso aos estádios?

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Sobre o autor Ana Paula Garcez

Força impulsionadora para comunicação e relacionamentos no esporte. Jornalista, Produtora de grandes eventos. Filha de mineiro com baiana, nascida em São Paulo e vive pelo mundo.

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