A experiência dos participantes durante o RIW

Emily do Amor, estudante de publicidade de 23 anos, foi uma das muitas jovens que marcaram presença no evento. Ela decidiu participar para expandir sua rede de contatos e aprofundar seus conhecimentos sobre a comunicação em grandes marcas. Segundo ela, as expectativas foram plenamente atendidas.
“Acredito que o networking foi um dos maiores ensinamentos, pois ali é uma troca direta com pessoas da mesma área, e que por ter mais experiências, têm muito a ensinar. Mas, também dentro da geração Z, a qual pertenço, com a criação de novas ferramentas, também temos muito a ensinar a eles”, comenta Emily.
A palestra que mais a impactou foi “A imagem que vale ouro: o impacto e o retorno do investimento na construção de imagem de personalidades”. Segundo Emily, a discussão focou em como a essência e a conexão com o público são fundamentais, mesmo em tempos de constante inovação. “Foi uma palestra dedicada a qual imagem e conexão você quer ter vinculada com seu público. Muitas vezes, o mais importante que engajar e aparecer, é se conectar e ter uma essência que faça sentido para si, mesmo quando as coisas inovam“, afirma.
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Seguindo a mesma linha de Emily, o professor de filosofia, Victor Martins, de 24 anos, partilhou que seu interesse em ir ao evento, surgiu após ver o tema das palestras. Além disso, Victor ressaltou sobre a facilidade de transporte público para chegar até as áreas do evento, visto que o VLT (meio de transporte da cidade) parava em frente ao local.
“O evento foi muito bom e as palestras que pude ver foram todas muito incríveis. Porém, acredito que faltava sinalização de certas coisas. O mapa que foi fornecido não era claro o suficiente para explicar aonde ficava cada área do evento. Além disso, os pavilhões ficavam muito distantes uns dos outros, o que se tornava um pouco cansativo”, conta.
Com relação às palestras, Victor comenta que sua favorita foi sobre utilização da Inteligência Artificial na Educação. “Os palestrantes demonstraram um pouco sobre as novas tecnologias que professores poderão usar no futuro para incentivar os alunos a estudar”, explica.
Em sua opinião, ele pode aprender muitas coisas sobre várias áreas diferentes. “Se tivesse que pontuar algo de maior interesse meu e que aprendi, foi o quanto a inteligência artificial é assustadora e útil, uma vez que ela pode muito bem avançar e fazer coisas que eu como professor jamais conseguiria fazer com tal maestria”, conclui.


