Do manual ao automático
O conceito parte de uma transformação já em curso. Com ferramentas como o open finance, um sistema que permite o compartilhamento de dados financeiros entre instituições autorizadas, com consentimento do cliente; carteiras digitais, que são aplicativos que armazenam e movimentam dinheiro de forma eletrônica; blockchain, uma tecnologia que registra transações de forma segura e descentralizada; e sistemas de análise preditiva – modelos que usam dados para prever comportamentos futuros; o mercado avança para um modelo em que o usuário deixa de ser o operador direto e passa a ser um supervisor, estabelecendo apenas parâmetros gerais.
A experiência do cliente será cada vez mais central. “A automação só faz sentido se estiver alinhada com as metas financeiras do usuário. Não se trata de tirar o controle, mas de tornar o processo mais inteligente e menos burocrático”, afirmou.


