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Funk Consciente no RIW 2025: voz da periferia é instrumento de transformação social

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Repressão e resistência

A discussão também abordou os preconceitos e a repressão enfrentados pelo funk e seus artistas. Hariel relembrou episódios de perseguição após lançamentos musicais, como na música “Cracolândia”, quando sofreu repressão policial mesmo sem envolvimento com o crime, como foi apontado durante a operação e nas reportagens de repercussão. “O funkeiro é frágil, qualquer momento tentam derrubar ou atacar”, afirmou.

Para ele, essa repressão não é novidade, mas a luta por espaço é urgente. “Não é por música ou personagem, isso já aconteceu e acontece. Precisamos agir hoje pelos nossos jovens”, declarou o cantor, reforçando que o enfrentamento ao preconceito é parte da trajetória de quem escolhe o funk como forma de expressão.

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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