Repressão e resistência
A discussão também abordou os preconceitos e a repressão enfrentados pelo funk e seus artistas. Hariel relembrou episódios de perseguição após lançamentos musicais, como na música “Cracolândia”, quando sofreu repressão policial mesmo sem envolvimento com o crime, como foi apontado durante a operação e nas reportagens de repercussão. “O funkeiro é frágil, qualquer momento tentam derrubar ou atacar”, afirmou.
Para ele, essa repressão não é novidade, mas a luta por espaço é urgente. “Não é por música ou personagem, isso já aconteceu e acontece. Precisamos agir hoje pelos nossos jovens”, declarou o cantor, reforçando que o enfrentamento ao preconceito é parte da trajetória de quem escolhe o funk como forma de expressão.


