Discussão no RIW mostra tendência de mais experiências e menos posses
A mudança nas aspirações dessa geração foi outro ponto central da conversa, com a preferência por experiências em detrimento da posse de bens sendo destacada pelos palestrantes. “Hoje, o sonho do jovem não é ter um carro”, afirmou Martins. A declaração reflete um comportamento que afeta diretamente setores como o automotivo e o de bens de consumo.
O crescimento de modelos de negócio baseados no uso compartilhado, como os serviços de transporte por aplicativo Uber e 99, são exemplos dessa transformação. A lógica do acesso sobre a posse se estende a outras áreas, como moradia, moda e entretenimento. Entender esse comportamento, segundo os debatedores, é fundamental para compreender a lógica de um mercado em evolução.


