Um modelo de trabalho que leva pessoas ao limite
Entre as falas mais marcantes, Michelle destacou: “Enquanto a única métrica de sucesso for o lucro, o custo será humano.” Segundo ela, vivemos em uma sociedade onde “burnout é rotina e saúde é luxo”, o que torna urgente repensar o equilíbrio entre tecnologia, produtividade e bem-estar.

Encerrando sua fala, Michelle lembrou que, apesar de estarmos criando máquinas cada vez mais inteligentes, ainda não criamos consciência artificial.
“Estamos desenvolvendo inteligência artificial, mas não estamos criando consciência artificial. O sentir é uma característica só nossa — e é isso que vai nos diferenciar dos robôs. Precisamos ser melhores em ser humanos.”
Para ela, o futuro não depende apenas de quando a tecnologia vai chegar, mas de como vamos chegar até lá. Mesmo em meio às incertezas, sua mensagem final foi de esperança e responsabilidade: cada um de nós tem o poder de moldar seu caminho e de buscar uma vida mais equilibrada, saudável e, acima de tudo, humana.


