Diversificação
Outro ponto importante mencionado por Rizzo é a diversificação em setores econômicos e regiões do país. Ao espalhar os investimentos por diferentes segmentos e áreas geográficas, os FIDCs conseguem minimizar os impactos negativos de eventos específicos que possam afetar um setor ou uma região em particular.
Outro aspecto é o crédito estruturado, em que a análise e a gestão dos créditos são feitas de maneira rigorosa e detalhada, garantindo que apenas créditos de alta qualidade façam parte do fundo.
“Além disso, a presença de vários agentes, como o gestor, administrador, agência de classificação de risco e consultorias especializadas, que originam e cobram os títulos inadimplentes, oferece uma camada extra de supervisão e gerenciamento de riscos, o que aumenta ainda mais a segurança do investimento”, complementa Rizzo.
Vale destacar que, apesar de comparações com o IFIX e o IBOVESPA, que medem o desempenho de ativos de renda variável, o IMRF avalia a rentabilidade média dos FIDCs da categoria fomento mercantil, que são ativos de renda fixa, com menor volatilidade, tanto para baixo quanto para cima.
“Os grandes Family Offices, que gerenciam as maiores fortunas do país, já investem nesse mercado, o que demonstra sua relevância. Agora, nossa missão é tornar esse produto mais acessível a investidores menores, que muitas vezes nem conhecem esse tipo de investimento. O IMRF chega justamente para ser um dos pilares de informação sobre esse mercado”, conclui Eyng.


