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Brasileiros recebem até R$ 700 por escaneamento de íris; entenda

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Críticas e preocupações

Apesar do crescimento do projeto e de sua popularidade, o mundo tem enfrentado críticas e polêmicas. Autoridades de diferentes países estão preocupadas com a privacidade e a segurança dos dados biométricos encontrados durante o processo de registro.

No Quênia, por exemplo, o governo decidiu suspender temporariamente o cadastro de novos usuários, alegando preocupações sobre o possível uso indevido das informações pessoais. Da mesma forma, em Espanha, a Suprema Corte proibiu temporariamente o funcionamento do projeto, questionando se o processo de recolha de dados biométricos é realmente seguro.

A Tools for Humanity, empresa responsável pelo World, defende que o projeto é legítimo e tem objetivos claros. Segundo eles, o registro da íris não é uma “venda” de dados, mas uma forma de engajar os usuários, oferecendo recompensas financeiras como incentivo para participação.

A empresa também apresenta o projeto como parte da evolução da internet para a Web3, um modelo onde os dados dos usuários são compartilhados de forma recompensada, criando novas formas de interação digital.

Apesar de ganhar força em países com economias em dificuldades, o projeto ainda enfrenta discussões sobre privacidade, segurança e ética, temas que podem impactar seu futuro no mercado global de tecnologia.

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Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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