As ações da Amazon
A Amazon também informou que vai encerrar programas e materiais desatualizados relacionados à inclusão e diversidade, com a intenção de concluir esse processo até o final de 2024, de acordo com um memorando enviado aos funcionários.
Grupos conservadores têm criticado os programas DEI e ameaçado processar empresas que os mantêm, apoiados por uma decisão da Suprema Corte dos EUA em 2023, que anulou a ação afirmativa nas admissões universitárias.
Recentemente, Elon Musk e outros aliados de Trump responsabilizaram os programas DEI pela dificuldade na resposta aos incêndios florestais em Los Angeles, sem apresentar evidências que comprovem essa alegação.
Janelle Gale, vice-presidente de Recursos Humanos da Meta, mencionou no memorando que o cenário legal e político relacionado aos esforços de diversidade, equidade e inclusão nos Estados Unidos está mudando. Ela destacou que recentes decisões da Suprema Corte sugerem uma mudança na maneira como os tribunais americanos tratarão os programas DEI no futuro.
Em dezembro, um tribunal de apelações dos EUA determinou que a Nasdaq não poderia exigir que empresas listadas na bolsa tivessem mulheres e diretores minoritários em seus conselhos, ou explicassem o motivo de não cumprirem essa exigência, para promover a diversidade.
Gale também observou que o termo “DEI” se tornou controverso, já que alguns o veem como uma prática que favorece determinados grupos em detrimento de outros.
Como parte das mudanças, a Meta não terá mais uma equipe dedicada exclusivamente aos programas de DEI. A Chief Diversity Officer, Maxine Williams, assumirá um novo papel focado em acessibilidade e engajamento, conforme foi informado no memorando.
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