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Red Note: alternativa ao TikTok cresce nos EUA

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Trump vai barrar o decreto?

Na sexta-feira, 17 de janeiro, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que a proibição do TikTok no país deve ser implementada a partir do próximo final de semana. O recurso apresentado pelos proprietários da rede social chinesa, que alegavam violação da Primeira Emenda, foi rejeitado.

Em entrevista à jornalista Pamela Brown da CNN, o presidente eleito Donald Trump declarou que, no fim das contas, a decisão depende dele, e que as pessoas veriam o que ele faria a respeito.

A decisão foi tomada de forma “per curiam”, ou seja, foi assinada por todos os membros do colegiado, e não por um juiz específico. Não foram registradas divergências entre os magistrados.

A medida foi tomada após a rejeição de um recurso do TikTok, que alegava que a proibição violava a Constituição americana.

Com a decisão, os holofotes se voltaram para o presidente eleito Donald Trump. Em resposta a uma pergunta sobre possíveis ações para tentar reverter a proibição pendente, Trump afirmou que tomaria a decisão, destacando que o Congresso lhe deu essa oportunidade e que ele a utilizaria para tomar uma atitude.

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Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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