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Brasil sobe em ranking digital, mas segue atrás dos concorrentes globais

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O que pode mudar?

Algumas ações prioritárias apontadas pelos especialistas incluem:

  • Reformar o sistema tributário para simplificar o ambiente de negócios;
  • Reduzir o custo do crédito com juros mais baixos e menos burocracia;
  • Investir na formação contínua de professores e na modernização curricular;
  • Estimular o ensino bilíngue desde o ensino fundamental;
  • Ampliar a participação do Brasil em acordos comerciais internacionais;
  • Digitalizar serviços públicos e tornar o ambiente regulatório mais transparente.

O avanço do Brasil no ranking de competitividade digital é um sinal positivo, mas ainda muito tímido diante dos desafios. A boa performance econômica em 2024, com controle da inflação e melhora no emprego formal, foi um fator determinante para o salto de quatro posições. No entanto, sem reformas estruturais profundas e investimentos em capital humano, o país continuará distante dos líderes globais.

A transição para uma economia digital exige planejamento, cooperação público-privada e uma visão de longo prazo que vá além das demandas conjunturais. O Brasil tem potencial — mas precisa transformar esse potencial em ação concreta.

Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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