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Felicidade padronizada: o custo do elitismo cultural no bem-estar brasileiro

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Por que seguimos importando modelos euro-americanos de arte, ciência, espiritualidade e bem-estar enquanto ignoramos a potência da diversidade cultural brasileira?

Nos últimos anos, a ciência da felicidade ganhou espaço nas universidades, em políticas públicas e até nos departamentos de RH. Mas uma pergunta persiste: quem define o que é ser feliz? E, principalmente: a quem servem esses modelos?
Nos últimos anos, a ciência da felicidade ganhou espaço nas universidades, em políticas públicas e até nos departamentos de RH. Mas uma pergunta persiste: quem define o que é ser feliz? E, principalmente: a quem servem esses modelos? | Foto: Reprodução/Canva

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Sobre o autor Rodrigo de Aquino

Comunicólogo, palestrante e consultor corporativo em felicidade e bem-estar, especialista em Psicologia Positiva e Desenvolvimento Humano. Apresenta o programa Diálogos Contemporâneos no WhE Play

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