O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) preste apoio integral à família de Juliana Marins, brasileira que morreu após sofrer uma queda durante uma trilha no Monte Rinjani, um vulcão ativo na ilha de Lombok, na Indonésia. A jovem, de 26 anos, fazia uma viagem pela Ásia quando sofreu o acidente.
A mudança na política consular foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 27 de junho, mas a decisão já havia sido anunciada por Lula no dia anterior, 26 de junho, durante um evento público.

Segundo Lula, ele soube do caso por meio da imprensa e, ao tomar conhecimento do decreto que impedia o apoio do governo ao traslado, determinou que o texto fosse revogado. O presidente afirmou que “um país que cuida do seu povo não pode deixar de prestar apoio a uma família em um momento como esse” e disse que um novo decreto será editado, para que situações parecidas não se repitam.
Ele também disse que conversou com o pai da vítima, Manoel Marins, por telefone, prestando condolências e garantindo o apoio do governo federal no processo de repatriação do corpo.


