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Itamaraty vai pagar traslado de jovem na Indonésia

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Autópsia confirma causa da morte e tempo de sobrevivência

A autópsia realizada pelas autoridades indonésias, divulgada na quinta-feira, 26 de junho, confirmou que a morte de Juliana foi causada por um traumatismo por força contundente, que provocou danos aos órgãos internos e uma hemorragia extensa.

O laudo aponta que a jovem morreu em até 20 minutos após sofrer a lesão mais grave. As lesões observadas no corpo, como escoriações e marcas de deslizamento, são compatíveis com uma queda em terreno acidentado. A força contundente é provocada por impactos com superfícies sólidas e planas, o que reforça a hipótese de um acidente causado pelas condições da trilha.

Juliana estava acompanhada por outros seis turistas e dois guias durante a caminhada até o topo do Monte Rinjani, que tem 3.721 metros de altitude e é um dos principais destinos de ecoturismo da Indonésia. O acidente ocorreu na madrugada de sábado, 21 de junho, no horário local, o que corresponde à tarde de sexta-feira, 20 de junho, no Brasil.

A operação de resgate foi dificultada pelo mau tempo, e o corpo da jovem só foi removido quatro dias depois do acidente. Como não foi possível usar helicópteros, o resgate foi feito por via terrestre e durou cerca de 14 horas. A demora gerou críticas sobre a estrutura do parque nacional e a eficácia do atendimento emergencial aos turistas.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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