A conta conjunta é frequentemente escolhida por casais como forma de centralizar gastos e simplificar o pagamento de contas. No entanto, especialistas alertam que, quando o assunto é sucessão patrimonial, o modelo pode trazer mais complicações do que soluções.
Em entrevista ao InfoMoney, a planejadora financeira Wanessa Guimarães, CFP pela Planejar, revela que em casos de falecimento de um dos titulares, a conta não passa automaticamente para o outro. Pelo contrário: o saldo pode ser bloqueado até que se conclua o inventário, processo que pode durar anos no Brasil. Isso significa que o cônjuge sobrevivente pode ficar sem acesso imediato a recursos fundamentais.
A especialista lembra que o bloqueio existe para proteger os herdeiros, mas muitas vezes causa efeito contrário, comprometendo a estabilidade financeira da família.
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