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“Pejotização” pode reduzir empregos, renda e arrecadação, alertam estudos

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Empresas de vários setores vêm adotando uma forma de contratação que está se tornando cada vez mais comum: a pejotização, uma prática em que se contrata o trabalhador como pessoa jurídica (PJ), abrindo uma empresa para prestar serviço, em vez de ter carteira assinada.

Pejotização pode diminuir arrecadação de impostos
A ação é defendida por empresários e políticos como uma forma de reduzir custos e dar mais liberdade às empresas. Mas estudos mostram que, a longo prazo, ela pode trazer grandes prejuízos para a economia, o emprego e a arrecadação de impostos | Foto: Reprodução / Canva

Na última segunda-feira, 6 de outubro, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), realizou uma audiência pública para discutir o tema. Ele é o relator (juiz responsável por estudar um caso, fazer um resumo dos principais pontos e apresentar seu voto aos demais julgadores para ajudar na decisão final) de um processo que vai definir se a pejotização será considerada legal em todos os casos ou se continuará sendo analisada caso a caso pela Justiça do Trabalho.

Desde abril, Mendes suspendeu todos os processos sobre o assunto até que o STF tome uma decisão final. O que o Supremo decidir vai influenciar diretamente o futuro do mercado de trabalho no Brasil.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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