O número de brasileiros com o nome negativado voltou a crescer, com cerca de 78,8 milhões de pessoas estão com dívidas em atraso, e 8,1 milhões de empresas também enfrentam o mesmo problema. Mesmo com mais gente trabalhando e a renda um pouco melhor, o endividamento continua alto e se espalha entre famílias e negócios.

Esse aumento tem relação com fatores que vêm se desde a pandemia, quando muitas famílias perderam renda e precisaram recorrer a empréstimos. Ao mesmo tempo, os juros subiram muito: a taxa básica, que era de 2% em 2020, chegou a 15% em 2025. Isso tornou o crédito mais caro e dificultou o pagamento das dívidas.


