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Consumo nas favelas muda com digitalização e pertencimento, revela pesquisa

O consumo nas favelas brasileiras passará por uma transformação significativa em 2026, impulsionado pela digitalização, pelo pragmatismo e pela busca por pertencimento cultural. O diagnóstico faz parte da nova edição do Tracking das Favelas, estudo contínuo produzido pela Nós – Inteligência e Inovação Social. Diferentemente de anos anteriores, quando o foco era ampliar o acesso a produtos e serviços, o próximo ano aponta para decisões de compra mais conectadas à identidade e ao cotidiano das comunidades.

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Estudo mostra que 2026 deve reforçar tendências de pertencimento e praticidade nas favelas | Foto: Reprodução/Canva
Estudo mostra que 2026 deve reforçar tendências de pertencimento e praticidade nas favelas | Foto: Reprodução/Canva

Metodologia da pesquisa

O Tracking das Favelas é realizado com moradores de periferias de todas as regiões do país. A coleta de dados é feita via aplicativo próprio da instituição, que utiliza usuários previamente perfilados por gênero, idade, classe social e localidade, incluindo clusters específicos de favelas. O estudo conta com 800 respondentes que vivem em comunidades e respeita cotas de gênero e idade para garantir representatividade estatística.

Por se tratar de uma pesquisa digital, as respostas passam por validação automática ou manual para garantir a integridade das informações. A margem de erro é de 3,5%, com intervalo de confiança de 95%, o que permite alta precisão na leitura dos comportamentos de consumo.

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