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Consumo nas favelas muda com digitalização e pertencimento, revela pesquisa

Digitalização se consolida no dia a dia das comunidades

Outra tendência forte para 2026 é o avanço da digitalização, especialmente no consumo e nos serviços financeiros. O estudo mostra que moradores de favelas estão cada vez mais habituados ao uso de aplicativos para pagamentos, compras e entretenimento. Plataformas de bancos digitais, sites de compra e serviços de streaming crescem de forma consistente entre os entrevistados.

Segundo a pesquisa, categorias como entretenimento online, telefonia e sites de compra devem ser impulsionadas pelo acesso ampliado a smartphones e pacotes de dados. O movimento acompanha o crescimento nacional de serviços digitais, que têm custo menor e maior facilidade de acesso em comparação às alternativas tradicionais.

Alimentos e bebidas seguem como pilares de consumo

As categorias de alimentos, bebidas alcoólicas e não alcoólicas mantêm importância central no orçamento das famílias nas favelas. Embora o comportamento nessas áreas seja influenciado pelos preços, o estudo identifica um aumento no interesse por marcas que dialogam com o cotidiano comunitário, desde embalagens maiores até sabores que fazem parte da cultura local.

Essa dinâmica também aparece na forma de compra. Há crescimento de consumidores que utilizam aplicativos de mercado ou recebem entregas de pequenos comerciantes locais que se adaptaram a plataformas digitais.

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