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Consumo nas favelas muda com digitalização e pertencimento, revela pesquisa

Bancos e serviços financeiros ampliam presença

A digitalização também impacta o setor financeiro. O estudo afirma que, em 2026, os moradores de favelas tendem a consolidar o uso de contas digitais, aplicativos de pagamento e serviços bancários online. A facilidade para abrir contas sem burocracia e o acesso a cartões pré-pagos são fatores apontados pela pesquisa como determinantes para o avanço das fintechs nesse público.

Além disso, há maior procura por formas de crédito com juros mais baixos e condições mais claras, o que pressiona bancos e plataformas financeiras a oferecer produtos acessíveis a consumidores de renda variável.

Construção e limpeza refletem necessidades práticas

Materiais de construção e limpeza aparecem entre as categorias monitoradas pelo estudo. Nas favelas, obras de autoconstrução são comuns, assim como reformas graduais feitas ao longo do ano. Por isso, a busca por produtos de bom custo-benefício e lojas próximas à comunidade continua predominante. Itens de limpeza seguem entre os mais consumidos, com destaque para marcas que oferecem embalagens econômicas e preços mais estáveis.

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