A primeira classe, considerada por anos um produto em retração, voltou ao centro das estratégias das companhias aéreas internacionais. A alta demanda por viagens de alto padrão tem impulsionado investimentos em cabines que se aproximam do padrão de hotéis cinco estrelas.
Enquanto empresas aéreas dos Estados Unidos reduziram a oferta de primeira classe em favor da executiva, grupos europeus e asiáticos avançam no sentido oposto. O foco está em passageiros de alta renda dispostos a pagar valores elevados por conforto, privacidade e serviços personalizados, mesmo em um cenário global de custos operacionais mais altos.
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