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Comprar ou alugar imóvel: saiba como decidir considerando seu orçamento

A escolha entre comprar ou alugar um imóvel está entre as decisões financeiras mais importantes para as famílias. Trata-se de um compromisso que pode se estender por décadas e afetar diretamente o orçamento mensal. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a moradia representa uma das maiores parcelas das despesas familiares no país, ficando atrás apenas de alimentação e transporte em muitos lares.

Com juros elevados, preços de imóveis pressionados e renda ainda desigual, avaliar números concretos passou a ser fundamental antes de assumir um financiamento ou contrato de aluguel.

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O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas destaca que famílias devem manter uma reserva de emergência equivalente a pelo menos três meses de despesas fixas antes de assumir compromissos de longo prazo | Foto: Reprodução/Canva

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O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas destaca que famílias devem manter uma reserva de emergência equivalente a pelo menos três meses de despesas fixas antes de assumir compromissos de longo prazo | Foto: Reprodução/Canva

Como funciona o custo do aluguel

O aluguel costuma ser a opção inicial para quem não dispõe de entrada ou prefere flexibilidade. Dados do IBGE indicam que o valor médio do aluguel residencial no Brasil varia conforme a região, mas gira em torno de R$ 1.200 mensais nas capitais, podendo cair para valores entre R$ 700 e R$ 900 em cidades médias.

Além do aluguel, o inquilino precisa considerar despesas adicionais, como condomínio, que pode variar de R$ 200 a R$ 600 por mês, e contas de consumo. Em contratos regidos pela Lei do Inquilinato, os reajustes costumam ser anuais, geralmente atrelados ao Índice Geral de Preços do Mercado, o IGP-M, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Entre 2020 e 2023, o IGP-M acumulou altas expressivas, o que pressionou contratos de aluguel, embora em 2024 e 2025 o índice tenha apresentado desaceleração, segundo dados da FGV.

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