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Celular Seguro vira política permanente: veja como funciona a nova ferramenta para identificar celulares roubados

O governo federal transformou o programa Celular Seguro em uma política pública permanente e anunciou a criação do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), uma plataforma que vai reunir informações de aparelhos roubados, furtados ou perdidos em todo o Brasil.

A medida foi oficializada nesta terça-feira, 23 de junho, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tem como principal objetivo dificultar a circulação de celulares com registro de crime, além de ampliar a recuperação dos aparelhos e enfraquecer o mercado ilegal que movimenta esse tipo de produto.

Celular Seguro ajuda a identificar celulares roubados
Segundo o governo, a nova estrutura reúne dados de diferentes órgãos e cria mecanismos para que consumidores, operadoras de telefonia e autoridades possam identificar dispositivos com restrições de forma mais rápida | Foto: Reprodução / Divulgação/ Ricardo Stuckert / PR

O que muda com o Celular Seguro?

A principal novidade é a criação de um grande banco nacional de dados com informações sobre celulares que foram roubados, furtados ou extraviados. O sistema vai concentrar registros do próprio programa Celular Seguro, boletins de ocorrência das Polícias Civis, operadoras de telefonia, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e outros bancos de dados ligados à segurança pública.

De acordo com o governo federal, a plataforma já nasce com informações de mais de 3,3 milhões de aparelhos que podem ser identificados e recuperados. A expectativa é que a integração dessas bases permita localizar celulares que hoje circulam normalmente mesmo após terem sido registrados como produto de roubo ou furto.

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