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Lei Cidade Limpa: entenda o impacto no consumo urbano

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Desde sua entrada em vigor em 1º de janeiro de 2007, a Lei Cidade Limpa provocou uma profunda transformação na paisagem da cidade de São Paulo. Sancionada pelo então prefeito Gilberto Kassab (PSD) em 2006, a legislação proibiu a veiculação de publicidade em outdoors, painéis, faixas, cartazes e fachadas comerciais que excediam os limites estabelecidos pela norma.

Segundo estudo da Tendências Consultoria Integrada, cerca de 300 mil estabelecimentos comerciais tiveram que readequar suas fachadas. Ao mesmo tempo, entre 15 mil e 20 mil peças publicitárias foram retiradas das ruas.

O cenário só começou a se modificar em 2012, quando foram lançadas licitações para a ocupação de mobiliário urbano com publicidade, abrindo espaço para empresas como Eletromidia e JCDecaux, que atualmente operam 5.846 faces publicitárias na capital paulista.

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Desde a implantação da Lei Cidade Limpa, em 2007, fachadas comerciais no centro de São Paulo passaram por adaptações que mudaram a paisagem urbana e a estratégia de exposição das marcas | Foto: Reprodução/Canva
Desde a implantação da Lei Cidade Limpa, em 2007, fachadas comerciais no centro de São Paulo passaram por adaptações que mudaram a paisagem urbana e a estratégia de exposição das marcas | Foto: Reprodução/Canva

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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