Como funcionarão os empréstimos para reformas?
O crédito será dividido em três faixas de renda. Na primeira, para famílias com renda bruta mensal de até R$ 3.200, os juros serão de 1,17% ao mês. Na segunda, para quem ganha entre R$ 3.200 e R$ 9.600, a taxa será de até 1,95% ao mês. Já a terceira faixa, destinada a famílias com renda acima de R$ 9.600, terá juros de mercado, sem subsídio, pois os bancos usarão recursos próprios.
Os contratos terão prazo máximo de cinco anos para pagamento, e poderá ser concedida uma carência de até 180 dias para o início das prestações. A Caixa Econômica Federal será a principal responsável por oferecer os financiamentos.
No caso da faixa 1, além dos juros mais baixos, haverá a cobertura do FGHab (Fundo Garantidor da Habitação Popular), que já possui cerca de R$ 1 bilhão disponível. Esse fundo garante que, em caso de inadimplência, as prestações possam ser pagas até determinado limite. Para a faixa 2, não haverá essa cobertura, mas as taxas ainda ficarão abaixo de outras modalidades de crédito pessoal, como o consignado.


