De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o custo operacional das companhias subiu cerca de 15% em 2024, impulsionado pela alta do combustível de aviação e pela valorização do dólar, que chegou a R$ 5,60 em média no período (Banco Central do Brasil). As empresas defendem que a flexibilização das tarifas é essencial para garantir equilíbrio financeiro e competitividade no setor.
A discussão sobre a cobrança de bagagem não é nova. Em 2017, a ANAC liberou a cobrança por bagagens despachadas, com o argumento de que a mudança estimularia a concorrência e reduziria o preço das passagens. No entanto, levantamento do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) aponta que os preços subiram, em média, 23% desde então.